Hoje fiz a experiência mais arriscada da minha vida.....consultei um mapa astral na internet, e, acreeditei, não experimentem.
Fiquei a saber que vou morrer velho e morte de causas naturais. Bom para mim, mau para o estado e para um qualquer bombista que queira, como se diz na giria, matar dois ou mais colehos com uma bomba só. Pois, porque eu, ao contrário de muita gente, posso não olhar para os lados ao atravessar a estrada porque vou morrer velho, com causas naturais. A não ser que atropelamente já seja considerado causa natural. Pois, é natural que seja natural, porque com a quantidade de urgências com bom equipamento, pessoal em quantidade suficiente e especializado...uiui...só morre quem já devia ter morrido antes, ou porque tem uma gripe, ou porque partiu uma perna, já atropelamentos, com as condições médicas e a assistência de emergência que existem, ninguém morre.
Longe de imaginar que o meu mapa astral previsse a minha profissão, qual foi o meu espanto quando, não só me diz a profissão como me dá todas as opções possiveis e as vantagens e desvantagens de cada uma. Foi, então, informado que vou ser rico se for para o comércio, bem sucedido se for para as ciências e feliz se for para a moda. Espera lá... o meu mapa astral também fez previsões acerca da minha orientação sexual, da qual nunca tive dúvidas mas, que, se o mapa astral o diz, lá sabe ele. Eu gosto de glândulas mamárias salientes, se ele acha que não vou ser feliz ao gostar das tetas...tenho que passar a dar mais atençãoàs mini-saias.
Quanto ao resto do pronóstico não interessa pois é particular e confidencial.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Sonetto
O que interessa nós que vivemos
Fazermos muito ou, então, parar
Se, mesmo que não quisermos calar
Acabamos por ceder e, morremos.
Que importa se é o que queremos?
Se nós somos muito bons a cantar
ou então todos nos ouvem falar?
Acabamos por ceder e, morremos.
Para quê mudar inteiro(nosso?) mundo?
Se sabemos que não o conseguimos
E eu vou para o cachão corcundo.
Ou então hirtos, vamos, prosseguimos,
como aquele guerreiro hundo:
ultrapassa a muralha: conseguimos!
Fazermos muito ou, então, parar
Se, mesmo que não quisermos calar
Acabamos por ceder e, morremos.
Que importa se é o que queremos?
Se nós somos muito bons a cantar
ou então todos nos ouvem falar?
Acabamos por ceder e, morremos.
Para quê mudar inteiro(nosso?) mundo?
Se sabemos que não o conseguimos
E eu vou para o cachão corcundo.
Ou então hirtos, vamos, prosseguimos,
como aquele guerreiro hundo:
ultrapassa a muralha: conseguimos!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Pai nosso Todo PODEROSO...
Não critiquem um bloguesito tão rasco como o nosso...
Criticar é fácil, e ainda mais é quando há muito para criticar. Agora Fazer. TÁ BEM!
Vamos começar a inserir no nosso blog vídeos do youtube, letras de músicas, ou transformamos o blog num clube de fans dos Tóquio hotel, se for da vossa preferência.
Como têm um blog a sério... Vão criticar outros blogs a sério. E não se metam connosco. Uns tristes agricultores de jardineiras!
Just let us go in our way… Já estamos a chegar ao nosso destino. Não pretendemos fazer disto vida. O nosso blog já se encontra no seu expoente máximo, não pretendemos que ele seja mais do que já é neste momento. Até porque sabemos fazer outras coisas mais produtivas... e algumas coisas até sabemos fazer bem, no entanto não passa na minha cabeça ser o melhor escritor de blogs da internet. Até porque a ideia que eu tenho duma pessoa que o seja não é a melhor.
No nosso bloguesito escrevemos o que nos vai no pensamento. Provavelmente no vosso fazem o mesmo... Logo, pensam em nós... o que não é nada saudável. Eu só penso em mim... e vocês fizeram-me pensar que me tenho de defender de alguma maneira se não até fico mal visto (lá estou eu a pensar em mim, que egoista)... este meio foi o mais fácil apesar de estar fora do meu território. No que eu realmente faço bem seria bem difícil me baterem. Mas pronto justa vitória para a equipa que melhor jogou. Sem remorsos. Sejam grandes, mas não incomodem uns pobres agricultores com 10 filhos para criar cada ao som dos Tóquio Hotel e do Carlos Paião.
Quanto ás politicas socialistas que regem o nosso humilde país neste momento… Se por algum motivo estiverem agradados terei todo o gosto em bater 2 a 3 palmas, pois para além dos mesmos que governam o nosso país, deves ser os únicos.
Zés-Ninguém, pois somos, não aparecemos nos jornais, pelo menos não nos de Águeda, o que é muito deprimente da nossa parte, já pensei em suicidar-me por causa disso, mas ninguém saberia derivado da minha insignificância humana.
Desculpai-me, sendo vós superiores, por tamanha impertinência da parte de 2 humildes agricultores que nos tempos livres, melhor em 1/1000000000 do seu tempo livre, escrevem num blog sem culto, Perdoai-nos e tende piedade de nós, livrai-nos de levarmos com vossa superioridade intelectual. Poupai-nos!!
Sem mais,
Campista #234
PS: Continuem com grandes vitórias!
Pensamento para vós:
Quando Mijamos Nas Calças Só Ficamos Quentes Durante Um Tempo...
Criticar é fácil, e ainda mais é quando há muito para criticar. Agora Fazer. TÁ BEM!
Vamos começar a inserir no nosso blog vídeos do youtube, letras de músicas, ou transformamos o blog num clube de fans dos Tóquio hotel, se for da vossa preferência.
Como têm um blog a sério... Vão criticar outros blogs a sério. E não se metam connosco. Uns tristes agricultores de jardineiras!
Just let us go in our way… Já estamos a chegar ao nosso destino. Não pretendemos fazer disto vida. O nosso blog já se encontra no seu expoente máximo, não pretendemos que ele seja mais do que já é neste momento. Até porque sabemos fazer outras coisas mais produtivas... e algumas coisas até sabemos fazer bem, no entanto não passa na minha cabeça ser o melhor escritor de blogs da internet. Até porque a ideia que eu tenho duma pessoa que o seja não é a melhor.
No nosso bloguesito escrevemos o que nos vai no pensamento. Provavelmente no vosso fazem o mesmo... Logo, pensam em nós... o que não é nada saudável. Eu só penso em mim... e vocês fizeram-me pensar que me tenho de defender de alguma maneira se não até fico mal visto (lá estou eu a pensar em mim, que egoista)... este meio foi o mais fácil apesar de estar fora do meu território. No que eu realmente faço bem seria bem difícil me baterem. Mas pronto justa vitória para a equipa que melhor jogou. Sem remorsos. Sejam grandes, mas não incomodem uns pobres agricultores com 10 filhos para criar cada ao som dos Tóquio Hotel e do Carlos Paião.
Quanto ás politicas socialistas que regem o nosso humilde país neste momento… Se por algum motivo estiverem agradados terei todo o gosto em bater 2 a 3 palmas, pois para além dos mesmos que governam o nosso país, deves ser os únicos.
Zés-Ninguém, pois somos, não aparecemos nos jornais, pelo menos não nos de Águeda, o que é muito deprimente da nossa parte, já pensei em suicidar-me por causa disso, mas ninguém saberia derivado da minha insignificância humana.
Desculpai-me, sendo vós superiores, por tamanha impertinência da parte de 2 humildes agricultores que nos tempos livres, melhor em 1/1000000000 do seu tempo livre, escrevem num blog sem culto, Perdoai-nos e tende piedade de nós, livrai-nos de levarmos com vossa superioridade intelectual. Poupai-nos!!
Sem mais,
Campista #234
PS: Continuem com grandes vitórias!
Pensamento para vós:
Quando Mijamos Nas Calças Só Ficamos Quentes Durante Um Tempo...
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Festa
Hoje, caros leitores, festejamos.
E festejamos porque queremos festejar, não porque alguém disse um dia que se iria festejar.
E festejamos, caros leitores, porque temos um motivo para festejar.
E, caros leitores, que para um motivo nos motivar, é porque é um grande motivo.
Se não, não nos motivava.
E não festejamos por ser carnaval, ou por termos umas férias do tamanho da esmola que oferecemos ao gajo que está no LIDL, festejamos sim, porque, ontem, às 23H03min, alguém gastou tempo e espaço, electricidade e criatividade, bitaites e Kbs, a escrever sobre este espaço que, até agora, julgavamos morto para a sociedade.
Mas é mentira.
E, caros leitores, é mentira na medida em que, ao escreverem a dizer mal de nós, estão a admitir a nossa influência na vida das pessoas, e por consequinte, na sociedade.
Isto não acontece por acaso, caros leitores, e por não acontecer por acaso é que me vanglorio.
Acontece graças ao esforço e dedicação oferecida pelos colaboradores.
O esforço de dizer mal daquilo que até está bem.
O esforço de, quando não se tem tema para falar, falarmos da teoria da relatividade do Einstein.
O esforço de sabermos inserir erros ortográficos em locais estratégicos só para tornar o texto mais apelativo.
Termino com uma palavra para aqueles que motivaram toda esta atmosfera que há muito se hjavia perdido e fizeram com que eu tivesse algo mais para escrever aqui, obrigado.
Obrigado http://www.passemosacs.blogspot.com/, cá dentro.
já podem por josé malhoa .
E festejamos porque queremos festejar, não porque alguém disse um dia que se iria festejar.
E festejamos, caros leitores, porque temos um motivo para festejar.
E, caros leitores, que para um motivo nos motivar, é porque é um grande motivo.
Se não, não nos motivava.
E não festejamos por ser carnaval, ou por termos umas férias do tamanho da esmola que oferecemos ao gajo que está no LIDL, festejamos sim, porque, ontem, às 23H03min, alguém gastou tempo e espaço, electricidade e criatividade, bitaites e Kbs, a escrever sobre este espaço que, até agora, julgavamos morto para a sociedade.
Mas é mentira.
E, caros leitores, é mentira na medida em que, ao escreverem a dizer mal de nós, estão a admitir a nossa influência na vida das pessoas, e por consequinte, na sociedade.
Isto não acontece por acaso, caros leitores, e por não acontecer por acaso é que me vanglorio.
Acontece graças ao esforço e dedicação oferecida pelos colaboradores.
O esforço de dizer mal daquilo que até está bem.
O esforço de, quando não se tem tema para falar, falarmos da teoria da relatividade do Einstein.
O esforço de sabermos inserir erros ortográficos em locais estratégicos só para tornar o texto mais apelativo.
Termino com uma palavra para aqueles que motivaram toda esta atmosfera que há muito se hjavia perdido e fizeram com que eu tivesse algo mais para escrever aqui, obrigado.
Obrigado http://www.passemosacs.blogspot.com/, cá dentro.
já podem por josé malhoa .
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Tudo era simples. Continua a ser. Apenas somos pessoas com mais responsabilidades, e também pessoas com mais capacidades para gerir essas responsabilidades. Falo disto como puderia falar de outra coisa qualquer, apenas me preocupa recentemente o estarmos tão próximos do nosso futuro. Bem, estamos sempre próximos, mas agora não é só aquele futuro próximo de: "às nove vem jantar"; ou "deita-te às 22", não é esse, é antes as decisões e as acções que agora exucutarmos irão condicionar a realização dos nossos projectos.
Por falar no futuro, apercebi-me, à hora do almoço do dia 31 de Dezembro, que o futuro chega mais cedo para uns do que para outros. há hora de almoço, ou seja, ainda faltavam 12 horas para que o ano acabasse para nós e já tinha acabado para os australiano e neo-zelandezeses. Aí tive uma ideia, e se fossemos um dia antes para a Austrália antes de passar o ano, o nosso relógio adiantava-se 12 horas, ou seja, ficavamos 12 horas mais perto de morrer, e passaríamos um ano com menos 12 horas do que é normal, depois ao voltar outra vez para Portugal, passaríamos um ano com mais 12 horas do que o normal.
Era giro não era?
Por falar no futuro, apercebi-me, à hora do almoço do dia 31 de Dezembro, que o futuro chega mais cedo para uns do que para outros. há hora de almoço, ou seja, ainda faltavam 12 horas para que o ano acabasse para nós e já tinha acabado para os australiano e neo-zelandezeses. Aí tive uma ideia, e se fossemos um dia antes para a Austrália antes de passar o ano, o nosso relógio adiantava-se 12 horas, ou seja, ficavamos 12 horas mais perto de morrer, e passaríamos um ano com menos 12 horas do que é normal, depois ao voltar outra vez para Portugal, passaríamos um ano com mais 12 horas do que o normal.
Era giro não era?
votos de um bom ano com muita barba de milho
domingo, 30 de dezembro de 2007
It's hard 2be alive cause every1 dies!
No rescaldo desta época natalícia podemos verificar que nunca se gastou tanto dinheiro, mas esta época ainda n acabou! Está oficialmente aberta a época de saldos!!! (IUUUPIII, para muita gente) O dinheiro distribuído por Pais, Avós será amplamente distribuído pelas lojas não só de roupa interior feminina como das casas de distribuição de vestuário.
Vamos depressa antes que a roupa acabe! Ai que cuecas tão baratas vou levar 3! Não são o meu tamanho, mas n faz mal pode dar jeito!
Isto faz sentido???
Já pensaram nos vossos actos???
Ainda querem essas cuecas?
... e com as pressas ainda à acidentes provocados por certos carros que circulam a velocidades certamente inferiores à que condutores sem mínima noção das capacidades dos seus veículos circulam, ocorrendo assim acidentes, não causados por excesso de velocidade... mas por condutores mal formados e talvez pneus gastos, que por acaso a ASAE não inspecciona...
Interrogo-me se durante esta já longa história de Portugal se viu coisa igual? Nas cozinhas das naus que desembarcaram ao longo da costa Sul Americana, os nacos de carne estavam devidamente selados sob um plástico em vácuo? Ou apenas estava dentro duma salgadeira?
Não fizeram grandes feitos? Não chegaram à Índia por um caminho marítimo que mais ninguém ate aquela data tinha traçado.
Acredito que havia muitos aspectos que n estariam bem em termos higiénicos, mas desde que o consumidor n saiba... N interessa! Quem tem de morrer vai continuar a morrer e n vai ser por aquilo que comem nos bares e restaurantes.
Conheço casos, dos quais vou referir um que n me passa indiferente.
Uns tais senhores intitulados como membros da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, entraram por uma cantina escolar publica e ao aproximarem-se de uns recipientes dos quais n sei especificar o tipo, puseram uma Mao e arrastaram os mesmos recipientes todos para o chão exclamando que n podia ser assim (como se os recipientes devessem estar no chão),
estes senhores (que nem chegam a tal) pensam que são os reis deste pais e que alguém os admira. Deviam era ter vergonha ao tirarem o pão da boca de muitas Portuguesas e Portugueses, que graças a eles ficam sem sustento.
Somos PORTUGUESES!!! Somos, muitos de nós, regidos pela lei do desenrasca, safando-nos muito bem por vezes... Outras nem por isso mas continuamos Portugueses, bom povo, acolhedor e que quando a força de vontade vem ao de cima somos os melhores, com meios poderíamos ir muito longe, como nos tempos em que n havia ASAE.
A nossa semelhança com o resto dos povos no mundo é que morremos na mesma... em tudo o resto somos bem superiores, vêm cá e levam os nossos cientistas, os nossos jogadores de futebol, os nossos trabalhadores, tudo em troca do que eles lá fora têm a mais que nós... €€€€ e $$$$, se não fosse isso quem era maior que nós?? se na nossa costa começa-se a ser explorado o ouro negro, se este lá existisse, quem seria melhor, teríamos tudo, como em outrora. Se calhar n merecemos.. e acho que é verdade pois quando o abundam os meios... alguém que faça que eu estou a desfrutar, e deixamos andar...
... de que ei de falar mal agora?
hummmm
Eu falaria de carros mas o principal autor deste blog usurpar-me-ia (usurpar - apoderamento de algo recorrendo a meios violento) a cabeça, como pretendo fazer uso dela. Falemos da governação actual do país.
O lema agora é: Retirar e Centralizar!
Vamos fechar todos os hospitais e urgências que n estejam no centro de Lisboa. Assim teremos mais meios para esses hospitais...
O melhor é adquirir um batalhão de ambulâncias altamente equipadas para a população n ficar reduzida a quem vide em áreas metropolitanas.
E têm a lata de dizer que é para o nosso bem... Alguém que esta a ler esta espécie de artigo entende?
A carta de condução de pesados caduca aos 60 anos de uma pessoa?? Só nos pudemos reformar aos 65... E os camionista que nada mais sabem fazer na vida?? Isto irá ser o melhor para eles, menos trabalho, mais descanso...
Estamos numa semi-ditadura, onde a liberdade de expressão já foi uma realidade mais verdadeira.
Fazem-se leis e não se dão a conhecer nem aos executantes.
Mais querem organizar, mais desorganizado este país de tanga fica.
A solução tá no tinto
Vivas aqui do campo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
é natal, é natal
Este fim-de-semana fui à praça. À feira. Não sei quanto a outras pessoas, mas eu gosto de lá ir. É engraçado como as pessoas competem para levar a melhor camisola do monte da tenda do feirante. Interessante é essas pessoas quererem esconder que lá vão. ou então se dizem que vão ao mercado é por causa da fruta e dos legumes.
Não percebo o porquê de tão pouco à vontade em relação à feira. A feira não é nada mais nada menos que um centro comercial com publicidade. Os próprios feirantes encarregam-se disso. E, com uma panóplia de slogans, tentam atrair o máximo de compradores envergonhados, que não gostam de estar lá mais de cinco minutos com medo de serem reconhecidos pelos colegas de trabalho.
Mas este fim-de-semana foi uma feira muito mais intensa. Uma vez que se aproxima a quadra natalícia, e com ela todos aqueles sentimentos de paz, amor, fraternidade, compaixão, partilha, e por aí fora. Isto leva-nos a pensar que s pessoas passam a ir mais vezes às igrejas para que possam recarregar os stocks desses sentimentos.Mas não. As pessoas passam é a ir mais vezes ao centro comercial. E não é ao mais próximo, porque aí qualquer mísero mortal vai, é ao do Porto, de Coimbra, e às vezes de Lisboa. Eu não discordo que a época é propícia a compras: os preços sobem, há mais gente em cada loja a experimentar e a querer pagar, o que nos leva a demorar meia-hora para pagar uma gravata para o nosso pai, e mais coisas das quais agora não me recordo.
Esperem. Não parem já de ler. Eu sei que toquei no equivalente ao caso maddie, mas do Pai Natal. Mas não consegui evitar. todos falamos do consumismo que retira todo o sentido à festa religiosa, e todos apresentamos argumentos válidos e suficientes para que toda a gente mude de comportamento, mas quando chega a hora de decidir entre comprar uma prenda para filho e outra para uma criança necessitada, perferimos dar duas ao nosso filho. Nada que me alegre mais, porque com toda a população, eu também sou filho de alguém. contudo não me importava de ter menos pão na mesa de natal para que alguém que, em princípio não íria ter nenhum, tenha algum para comer.
Não percebo o porquê de tão pouco à vontade em relação à feira. A feira não é nada mais nada menos que um centro comercial com publicidade. Os próprios feirantes encarregam-se disso. E, com uma panóplia de slogans, tentam atrair o máximo de compradores envergonhados, que não gostam de estar lá mais de cinco minutos com medo de serem reconhecidos pelos colegas de trabalho.
Mas este fim-de-semana foi uma feira muito mais intensa. Uma vez que se aproxima a quadra natalícia, e com ela todos aqueles sentimentos de paz, amor, fraternidade, compaixão, partilha, e por aí fora. Isto leva-nos a pensar que s pessoas passam a ir mais vezes às igrejas para que possam recarregar os stocks desses sentimentos.Mas não. As pessoas passam é a ir mais vezes ao centro comercial. E não é ao mais próximo, porque aí qualquer mísero mortal vai, é ao do Porto, de Coimbra, e às vezes de Lisboa. Eu não discordo que a época é propícia a compras: os preços sobem, há mais gente em cada loja a experimentar e a querer pagar, o que nos leva a demorar meia-hora para pagar uma gravata para o nosso pai, e mais coisas das quais agora não me recordo.
Esperem. Não parem já de ler. Eu sei que toquei no equivalente ao caso maddie, mas do Pai Natal. Mas não consegui evitar. todos falamos do consumismo que retira todo o sentido à festa religiosa, e todos apresentamos argumentos válidos e suficientes para que toda a gente mude de comportamento, mas quando chega a hora de decidir entre comprar uma prenda para filho e outra para uma criança necessitada, perferimos dar duas ao nosso filho. Nada que me alegre mais, porque com toda a população, eu também sou filho de alguém. contudo não me importava de ter menos pão na mesa de natal para que alguém que, em princípio não íria ter nenhum, tenha algum para comer.
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